
Oi pessoal,
essa é uma pergunta muito comum para quem está emagrecendo ou já emagreceu. Ninguém pergunta: O que você viveu, como você se sentiu, o que você superou? E essa é a parte mais importante da experiência da obesidade/emagrecimento!
Na Meta Real é diferente... cada pessoa que nos procura tem importância, faz diferença e agrega valor a nossa história com suas experiências!!!
Na última terça-feira, a Marisia, emocionou à todos com seu depoimento... tenho certeza que deu sua contribuição para que aquelas pessoas que tiveram oportunidade de ouvi-la, acreditem que também são uma POSSIBILIDADE e conquistem suas metas e o DIPLOMA DE MAGRA:


Sugeri para a Marisa postar o depoimento dela e, mais uma vez, ela teve a gentileza de enviar e autorizar compartilhá-lo aqui! Muitas outras pessoas poderão se inspirar na experiência dela:
- Quanto você já emagreceu?
- 5 kg - e me apresso a dizer: ainda faltam 2.
Do outro lado uma cara de quem diz; “o que essa aí veio fazer aqui?”
Pior foi quando conheci o método e precisava emagrecer 3 kg e ninguém dava bola pra mim.
Isso foi em 1994, quando comecei a frequentar a Meta Real, pois estava percebendo que vinha engordando e queria parar de tomar remédio para eliminar os 3, 4 kg que sempre insistiam em me visitar, desde a adolescência. Só não passava desta marca, pois eu tomava inibidores de apetite direto.
Acreditem no que eu vou dizer: emagrecer 5 kg ás vezes é mais difícil e demorado do que emagrecer 18, 30, ou mais.
Vi testemunhos aqui, de gente que entrou no mesmo mês que eu: Dezembro de 2010, e seis meses depois ganhava diploma após ter emagrecido 18 kg. Eu eu ali, na batalha com os 1,5 kg finais.
Sou remida, que no jargão da Meta Real, quer dizer: “sócia”. Fiz o método entre 1994 e 1995. Cheguei na minha meta e durante 11 anos, mantive o peso.Neste período, tive 2 filhos, engordando somente 10,5 kg em cada gravidez, sendo elogiada pelo obstetra, pois tinha uma alimentação saudável e equilibrada. Após dar a luz, em 10 dias, voltava ao meu peso.
Nos últimos 3 anos no entanto, perdi um emprego muito bom, onde estava há mais de 8 anos. A ansiedade e stress me fizeram engordar 7 kg.
Resolvi então voltar á Meta, pois sozinha não estava conseguindo controlar o peso, e o pior, sentindo que ia dali pra mais.
Como conhecia o método, já fazia refeições balanceadas. Meu problema é que exagerava na quantidade e não respeitava fome-física, beliscava o tempo todo.
Como eu era uma pessoa que já não comia muita fritura e já ingeria alimentos saudáveis, não tive uma mudança brusca na alimentação.
Isso dificultava na eliminação de peso semanalmente.
Então, quando vinha nas reuniões e via pessoas subindo na balança e que tinham emagrecido 1 kg, 1,400 kg em uma semana, aquilo era muito longe da minha realidade. O máximo que consegui emagrecer foram 500g, e isso foi uma vez só.
Dava uma desanimada, mas mesmo assim não desisti. A frase “a persistência vence a resistência” foi meu lema. Procurei apoio da Roseli, minha orientadora, quando o peso “empacou”. Eu não aceitava o velho tabu que depois de certa idade é difícil emagrecer: “quando se entra na menopausa com um corpo, é este que se vai ter até o fim” era o que costumava ouvir.
Mesmo nunca tendo sido obesa ou sido chamada de gorda, tive vários destes “sintomas de gordo”: assaltar a geladeira, beliscar enquanto cozinha, comer rápido demais, enfim, tinha “cabeça de gordinha”. Com cada “exemplo” de como o gordinho agia, dado nas palestras, eu tinha identificação direta.
Acho que a Meta reeducou não só a minha maneira de me relacionar com a comida, me ensinou também a me posicionar em várias situações, nos relacionamentos pessoais, inclusive.
Continuo sem trabalho fixo. Vivo de “frilas” (trabalhos temporários), mas o principal motivo do meu excesso de peso, já não me pega mais.
Me comprometi com o Método. No período de minha reabilitação, não faltei uma semana sequer. Vim nos horários mais variados, conforme minha disponibilidade. Além da Roseli, assisti palestras com a Marcia Acunzo e Ruth Helena. Até a simpatia e o jeito incentivador da Aninha e das meninas da recepção, me ajudaram.
A ação e não a acomodação, persistir quando a tendência era resistir, e o não julgamento e sim a aceitação, fazem parte da minha vida agora.
Afinal, o que importa é o que você tá fazendo com vc. hoje, e não o que fizeram com você ontem.
Meu muito obrigada ás orientadoras, aos colegas que me ajudaram compartihando suas histórias e agradeço também, á minha crença, minha força interior, que me fizeram atingir o meu objetivo.
Foram 7,800 kg em dez meses após o início da caminhada.
Cada um no seu tempo, e do seu jeito.

Marisia, muito obrigada por ter me deixado fazer parte da sua história!
Beijinhos à todos,
Roseli Masi